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Por mais que a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT afirme o contrário, está decidido desde 2014, em instância Federal, que as normas técnicas organizadas e distribuídas pela entidade, tais como ISO 9001, ISO 14001, entre outras, não estão cobertas pela Lei de Direito Autoral . Ocorre que as normas, na verdade não são escritas pela ABNT, mas por voluntários de diversas empresas. A ABNT reúne, organiza e distribui os textos. Além disso, é uma entidade sem fins lucrativos e tem o dever de produzir conteúdo de interesse público.

O caso começou quando a TARGET, ex-parceira da ABNT, passou a vender as normas em seu próprio site, por valores muito mais baixos (disponíveis até hoje neste link), além de distribuir para seus clientes. A ABNT entrou com um processo contra a TARGET em 2006, alegando ter direitos autorais sobre as normas. A decisão, tanto em esfera regional quanto Federal, foi contrária à ABNT. Em relatório publicado em 2014, disponível no próprio site da ABNT, o desembargador Antonio Cedenho reafirma a decisão: “Os dados tecnológicos organizados pela norma técnica são excluídos do âmbito da propriedade intelectual e podem ser utilizados livremente, sem que se configure locupletamento ilícito.” Segundo o advogado Newton Silveira, especialista em propriedade intelectual, o relatório dá liberdade não só à TARGET, mas permite também que outras empresas possam “livremente copiar tais normas técnicas e fornecer essas cópias a seus clientes em forma física ou digital, tendo em vista o relevante interesse público envolvido na divulgação das normas técnicas.” Veja o relatório completo do juiz: http://goo.gl/nbjZyv.

Apesar da primeira decisão ter ocorrido em 2006, até hoje a maioria dos profissionais da área desconhecem o fato. Mais do que isso, têm dificuldade em acreditar a decisão, apesar de se mostrarem na maioria favoráveis à livre distribuição da norma, como aparece nas redes. A confusão pode ter origem na discordância entre a legislação sobre Direitos Autorais, explicada pelos juízes do caso, e o que defende a ABNT. A “entidade sem fins lucrativos” (há quem pense que seria uma empresa privada) afirma em seus documentos e nos termos de uso das normas que qualquer uso, cópia, distribuição e até citação estariam proibidos, contrariando a decisão judicial. Para tanto disponibilizamos neste link a norma ISO 9001:2015 em PDF gratuitamente:

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Por mais que a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT afirme o contrário, está decidido desde 2014, em instância Federal, que as normas técnicas organizadas e distribuídas pela entidade, tais como ISO 9001, ISO 14001, entre outras, não estão cobertas pela Lei de Direito Autoral . Ocorre que as normas, na verdade não são escritas pela ABNT, mas por voluntários de diversas empresas. A ABNT reúne, organiza e distribui os textos. Além disso, é uma entidade sem fins lucrativos e tem o dever de produzir conteúdo de interesse público.

O caso começou quando a TARGET, ex-parceira da ABNT, passou a vender as normas em seu próprio site, por valores muito mais baixos (disponíveis até hoje neste link), além de distribuir para seus clientes. A ABNT entrou com um processo contra a TARGET em 2006, alegando ter direitos autorais sobre as normas. A decisão, tanto em esfera regional quanto Federal, foi contrária à ABNT. Em relatório publicado em 2014, disponível no próprio site da ABNT, o desembargador Antonio Cedenho reafirma a decisão: “Os dados tecnológicos organizados pela norma técnica são excluídos do âmbito da propriedade intelectual e podem ser utilizados livremente, sem que se configure locupletamento ilícito.” Segundo o advogado Newton Silveira, especialista em propriedade intelectual, o relatório dá liberdade não só à TARGET, mas permite também que outras empresas possam “livremente copiar tais normas técnicas e fornecer essas cópias a seus clientes em forma física ou digital, tendo em vista o relevante interesse público envolvido na divulgação das normas técnicas.” Veja o relatório completo do juiz: http://goo.gl/nbjZyv.

Apesar da primeira decisão ter ocorrido em 2006, até hoje a maioria dos profissionais da área desconhecem o fato. Mais do que isso, têm dificuldade em acreditar a decisão, apesar de se mostrarem na maioria favoráveis à livre distribuição da norma, como aparece nas redes. A confusão pode ter origem na discordância entre a legislação sobre Direitos Autorais, explicada pelos juízes do caso, e o que defende a ABNT. A “entidade sem fins lucrativos” (há quem pense que seria uma empresa privada) afirma em seus documentos e nos termos de uso das normas que qualquer uso, cópia, distribuição e até citação estariam proibidos, contrariando a decisão judicial. Para tanto disponibilizamos neste link a norma ISO 45001:2018 em PDF gratuitamente:

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Por mais que a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT afirme o contrário, está decidido desde 2014, em instância Federal, que as normas técnicas organizadas e distribuídas pela entidade, tais como ISO 9001, ISO 14001, entre outras, não estão cobertas pela Lei de Direito Autoral. Ocorre que as normas, na verdade não são escritas pela ABNT, mas por voluntários de diversas empresas. A ABNT reúne, organiza e distribui os textos. Além disso, é uma entidade sem fins lucrativos e tem o dever de produzir conteúdo de interesse público.

O caso começou quando a TARGET, ex-parceira da ABNT, passou a vender as normas em seu próprio site, por valores muito mais baixos (disponíveis até hoje neste link), além de distribuir para seus clientes. A ABNT entrou com um processo contra a TARGET em 2006, alegando ter direitos autorais sobre as normas. A decisão, tanto em esfera regional quanto Federal, foi contrária à ABNT. Em relatório publicado em 2014, disponível no próprio site da ABNT, o desembargador Antonio Cedenho reafirma a decisão: “Os dados tecnológicos organizados pela norma técnica são excluídos do âmbito da propriedade intelectual e podem ser utilizados livremente, sem que se configure locupletamento ilícito.” Segundo o advogado Newton Silveira, especialista em propriedade intelectual, o relatório dá liberdade não só à TARGET, mas permite também que outras empresas possam “livremente copiar tais normas técnicas e fornecer essas cópias a seus clientes em forma física ou digital, tendo em vista o relevante interesse público envolvido na divulgação das normas técnicas.” Veja o relatório completo do juiz: http://goo.gl/nbjZyv.

Apesar da primeira decisão ter ocorrido em 2006, até hoje a maioria dos profissionais da área desconhecem o fato. Mais do que isso, têm dificuldade em acreditar a decisão, apesar de se mostrarem na maioria favoráveis à livre distribuição da norma, como aparece nas redes. A confusão pode ter origem na discordância entre a legislação sobre Direitos Autorais, explicada pelos juízes do caso, e o que defende a ABNT. A “entidade sem fins lucrativos” (há quem pense que seria uma empresa privada) afirma em seus documentos e nos termos de uso das normas que qualquer uso, cópia, distribuição e até citação estariam proibidos, contrariando a decisão judicial. Para tanto disponibilizamos neste link a norma ISO 14001:2015 em PDF gratuitamente:

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Ocorre que as normas, na verdade não são escritas pela ABNT, mas por voluntários de diversas empresas. A ABNT reúne, organiza e distribui os textos. Além disso, é uma entidade sem fins lucrativos e tem o dever de produzir conteúdo de interesse público. O caso começou quando a TARGET, ex-parceira da ABNT, passou a vender as normas em seu próprio site, por valores muito mais baixos (disponíveis até hoje neste link), além de distribuir para seus clientes. A ABNT entrou com um processo contra a TARGET em 2006, alegando ter direitos autorais sobre as normas. A decisão, tanto em esfera regional quanto Federal, foi contrária à ABNT. Em relatório publicado em 2014, disponível no próprio site da ABNT, o desembargador Antonio Cedenho reafirma a decisão: “Os dados tecnológicos organizados pela norma técnica são excluídos do âmbito da propriedade intelectual e podem ser utilizados livremente, sem que se configure locupletamento ilícito.” Segundo o advogado Newton Silveira, especialista em propriedade intelectual, o relatório dá liberdade não só à TARGET, mas permite também que outras empresas possam “livremente copiar tais normas técnicas e fornecer essas cópias a seus clientes em forma física ou digital, tendo em vista o relevante interesse público envolvido na divulgação das normas técnicas.” Veja o relatório completo do juiz: http://goo.gl/nbjZyv.

Apesar da primeira decisão ter ocorrido em 2006, até hoje a maioria dos profissionais da área desconhecem o fato. Mais do que isso, têm dificuldade em acreditar a decisão, apesar de se mostrarem na maioria favoráveis à livre distribuição da norma, como aparece nas redes. A confusão pode ter origem na discordância entre a legislação sobre Direitos Autorais, explicada pelos juízes do caso, e o que defende a ABNT. A “entidade sem fins lucrativos” (há quem pense que seria uma empresa privada) afirma em seus documentos e nos termos de uso das normas que qualquer uso, cópia, distribuição e até citação estariam proibidos, contrariando a decisão judicial. Para tanto disponibilizamos neste link a norma ISO-IEC 38500-2018 gratuitamente:

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Por mais que a Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT afirme o contrário, está decidido desde 2014, em instância Federal, que as normas técnicas organizadas e distribuídas pela entidade, tais como ISO 9001, ISO 14001, entre outras, não estão cobertas pela Lei de Direito Autoral. Ocorre que as normas, na verdade não são escritas pela ABNT, mas por voluntários de diversas empresas. A ABNT reúne, organiza e distribui os textos. Além disso, é uma entidade sem fins lucrativos e tem o dever de produzir conteúdo de interesse público.

O caso começou quando a TARGET, ex-parceira da ABNT, passou a vender as normas em seu próprio site, por valores muito mais baixos (disponíveis até hoje neste link), além de distribuir para seus clientes. A ABNT entrou com um processo contra a TARGET em 2006, alegando ter direitos autorais sobre as normas. A decisão, tanto em esfera regional quanto Federal, foi contrária à ABNT. Em relatório publicado em 2014, disponível no próprio site da ABNT, o desembargador Antonio Cedenho reafirma a decisão: “Os dados tecnológicos organizados pela norma técnica são excluídos do âmbito da propriedade intelectual e podem ser utilizados livremente, sem que se configure locupletamento ilícito.” Segundo o advogado Newton Silveira, especialista em propriedade intelectual, o relatório dá liberdade não só à TARGET, mas permite também que outras empresas possam “livremente copiar tais normas técnicas e fornecer essas cópias a seus clientes em forma física ou digital, tendo em vista o relevante interesse público envolvido na divulgação das normas técnicas.” Veja o relatório completo do juiz: http://goo.gl/nbjZyv.

Apesar da primeira decisão ter ocorrido em 2006, até hoje a maioria dos profissionais da área desconhecem o fato. Mais do que isso, têm dificuldade em acreditar a decisão, apesar de se mostrarem na maioria favoráveis à livre distribuição da norma, como aparece nas redes. A confusão pode ter origem na discordância entre a legislação sobre Direitos Autorais, explicada pelos juízes do caso, e o que defende a ABNT. A “entidade sem fins lucrativos” (há quem pense que seria uma empresa privada) afirma em seus documentos e nos termos de uso das normas que qualquer uso, cópia, distribuição e até citação estariam proibidos, contrariando a decisão judicial. Para tanto disponibilizamos neste link a norma ISO 9001:2015 em PDF gratuitamente:

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O caso começou quando a TARGET, ex-parceira da ABNT, passou a vender as normas em seu próprio site, por valores muito mais baixos (disponíveis até hoje neste link), além de distribuir para seus clientes. A ABNT entrou com um processo contra a TARGET em 2006, alegando ter direitos autorais sobre as normas. A decisão, tanto em esfera regional quanto Federal, foi contrária à ABNT. Em relatório publicado em 2014, disponível no próprio site da ABNT, o desembargador Antonio Cedenho reafirma a decisão: “Os dados tecnológicos organizados pela norma técnica são excluídos do âmbito da propriedade intelectual e podem ser utilizados livremente, sem que se configure locupletamento ilícito.” Segundo o advogado Newton Silveira, especialista em propriedade intelectual, o relatório dá liberdade não só à TARGET, mas permite também que outras empresas possam “livremente copiar tais normas técnicas e fornecer essas cópias a seus clientes em forma física ou digital, tendo em vista o relevante interesse público envolvido na divulgação das normas técnicas.” Veja o relatório completo do juiz: http://goo.gl/nbjZyv.

Apesar da primeira decisão ter ocorrido em 2006, até hoje a maioria dos profissionais da área desconhecem o fato. Mais do que isso, têm dificuldade em acreditar a decisão, apesar de se mostrarem na maioria favoráveis à livre distribuição da norma, como aparece nas redes. A confusão pode ter origem na discordância entre a legislação sobre Direitos Autorais, explicada pelos juízes do caso, e o que defende a ABNT. A “entidade sem fins lucrativos” (há quem pense que seria uma empresa privada) afirma em seus documentos e nos termos de uso das normas que qualquer uso, cópia, distribuição e até citação estariam proibidos, contrariando a decisão judicial. Para tanto disponibilizamos neste link a norma ISO 45001:2018 em PDF gratuitamente:

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DICIONÁRIO QUALIDADE

Administração de cada fase do trabalho por meio de dados objetivos (fatos) ao invés de opiniões e tomada de decisões baseadas nessas informações. Inglês: Factual Approach
Ação tomada no sentido de impossibilitar ou, ao menos, dificultar a recorrência de um problema devido à mesma causa. Inglês: Preventive Action
Decisão de que um processo está operando de forma satisfatória quanto às medidas estatísticas que estejam sendo plotadas. Inglês: Acceptance
Condição em que materiais, itens, produtos, serviços, processos ou sistemas atendem aos requisitos da qualidade normatizados, especificados ou acordados. Inglês: Acceptable
Grau em que clientes de determinados segmentos de mercado são atingidos e satisfeitos por produtos e/ou serviços. Inglês: Accessibility
1. Processo de monitoramento do estado real da qualidade de forma a possibilitar o cumprimento de objetivos e metas e a detecção de necessidade de ações corretivas. 2. Processo de verificação do cumprimento de todas as ações
Maneira como um produto é transportado ao público cliente/consumidor, tendo como elemento essencial a embalagem. Inglês: Packing
1. Procedimento que consiste em descobrir se os pontos representativos de uma série em um gráfico parecem se alinhar segundo uma parte de curva e em determinar qual é a curva que melhor traduz a suposta ligação entre estes diferentes pontos representativos. 2. Processo de determinação e aplicação de correção, de forma a reduzir os erros ou elimina
1. Sistema de realimentação de informações relativas ao desempenho de uma organização em qualidade, que tem por objetivo atingir e manter o nível de qualidade de um material, item, produto, serviço, processo ou sistema. 2. Seqüência sistemática de comunicação de informações a respeito do desempenho de um processo. Inglês: Feedback Loop
Termo normalmente utilizado para enfocar que um determinado processo sob consideração é, de alguma forma, probabilístico. Inglês: Random
Conjunto dos responsáveis ao mais alto nível da hierarquia de uma organização (presidente, diretor geral, diretores). Inglês: Top Management
Parte ou porção representativa de um conjunto ou população, a ser medida, analisada ou ensaiada. Inglês: Sample
Amostra de n elementos, retirada de uma população de N elementos, de forma que todas as possíveis combinações dos n elementos têm uma chance calculável de ser retiradas. Inglês: Random Sample
Processo de escolha de amostra(s) que consiste em seleção criteriosa dos elementos de um lote ou população que serão submetidos a um estudo, análise, inspeção e avaliação, por meio de evidência objetiva. Inglês: Sampling
Processo de seleção no qual todos os elementos da população são retirados "por sorteio" e que possui as seguintes propriedades: todos os elementos têm igual probabilidade de serem sorteados, em qualquer estágio do processo e incluídos na amostra, e os elementos são independentes uns dos outros. Inglês: Random Sampling
Tipo de amostragem utilizada em linhas de produção contínua, quando a formação de lotes de unidades de produto ou serviço para fins de inspeção resultar em aumento de custo e/ou aumento considerável do trabalho e tempo de inspeção, quando não houver disponibilidade de todos os meios necessários à inspeção, quando não existir local para estocagem ou esse for inadequado. Inglês: Continuous Sampling
Inspeção por amostragem na qual o resultado da inspeção da primeira amostra de tamanho n1 conduz a uma decisão sobre a aceitação, não-aceitação ou retirada de uma segunda amostra de tamanho n2. Inglês: Double Sampling
Inspeção por amostragem na qual o critério para aceitação ou rejeição do lote depende em parte dos resultados da inspeção dos lotes imediatamente precedentes. Inglês: Chain Sampling
Ferramenta utilizada para o estudo e a classificação de características de um item. Inglês: Review
Ramo da prevenção de perdas que trata do estudo dos perigos em uma instalação e seus impactos ao meio ambiente. Inglês: Risk Analysis
Velocidade, competência, cortesia e disponibilidade com que uma organização ou indivíduo acolhe os clientes e lhes presta um serviço. Inglês: Achievement
Profissional qualificado para executar auditorias da qualidade. Inglês: Quality Auditor
Avaliação planejada, programada e documentada, executada por pessoal independente da área auditada, para determinar, mediante investigação e avaliação de evidência objetiva, o ambiente, a adequação e observância de normas, especificações, procedimentos, instruções, códigos, atividades ou programas administrativos ou operacionais e outros documentos aplicáveis, bem como a efetividade da implementação dos mesmos e os resultados que estão sendo obtidos. Inglês: Quality Audit
Análise dos elementos do processo e avaliação da abrangência, da adequação das condições e da sua provável eficácia. Inglês: Process Quality Audit
Avaliação quantitativa da conformidade das características do produto (ou serviço), segundo os requisitos, especificação, norma, contrato ou acordo. Inglês: Product Quality Audit
Auditoria de todo o sistema da qualidade de uma organização ou de parte dele, sendo executada por uma outra organização interessada ou por terceiros. Inglês: Quality External Audit
Auditoria de todo o sistema da qualidade de uma organização ou de parte dele, sendo realizada pela própria organização. Inglês: Quality Internal Audit
Auditor designado como responsável pelo planejamento, programação, direção, execução e controle de uma auditoria da qualidade. Inglês: Quality Lead Auditor
Monitoramento ou observação sistemática para verificar a conformidade de itens, produtos, serviços ou atividades às especificações, à adequação ao uso e/ou à satisfação de clientes. Inglês: Quality Evaluation
Exame sistemático de um componente, sistema ou instalação industrial real ou proposta, visando identificar e formar opinião sobre ocorrências perigosas potencialmente sérias e suas respectivas conseqüências. Inglês: Risk Assessment
1. Conjunto de operações que estabelece, em condições específicas, a correspondência entre o estímulo e a resposta de um instrumento ou sistema de medição. 2. Procedimento metrológico que consiste em ajustar ou retificar um determinado instrumento de medição e/ou ensaio a um padrão aferido, de mesma natureza, rastreado a padrão reconhecido por órgão oficial, para torná-lo exato. 3. Processo pelo qual uma estação ou laboratório confere seus resultados ou testa uma metodologia nova. Inglês: Calibration
1. Ato ou efeito de atestar por escrito a qualificação técnica de uma organização ou de um profissional. 2. Atividade de comprovação da qualificação de itens, materiais, produtos, pessoal ou sistemas da qualidade, no todo ou em parte. 3. Rotina estabelecida que controla, documenta e qualifica implementações e alterações de fatores de processo. Inglês: Certification
Pequeno grupo voluntário e permanente de funcionários que possuem interesses similares e se reúnem regularmente para identificar e analisar problemas selecionados, apresentar soluções e, quando possível, implementá-las. Inglês: Quality Control Circle
Análise integrada dos riscos inerentes a um componente, produto, serviço, sistema ou facilidade e sua significância em um contexto apropriado. Inglês: Risk Ranking
Técnicas operacionais e atividades utilizadas para atender aos requisitos da qualidade em estágios relevantes do ciclo da qualidade, objetivando o monitoramento de processos, a eliminação de desempenho insatisfatório, a satisfação de clientes e a conseqüente eficácia econômica. Inglês: Quality Control (Qc)
Observações relativas às características e que permitem fazer avaliação quantitativa da confiabilidade. Inglês: Data
Dados que identificam um item com relação a algum limite, mas não atribui valor(es) à(s) característica(s) de requisitos deste item. Inglês: Qualitative Data
Dados resultantes de medições os quais apresentam valores das características em referência. Inglês: Quantitative Data
Alocação de valores numéricos para desclassificação de materiais, itens, produtos, serviços, processos ou sistemas em função da gravidade de defeitos ou não-conformidades identificados, considerando-se sua aplicação ou uso. Inglês: Demerit
Termo genérico que se refere ao modo como um componente ou sistema opera, quando em uso, normalmente comparado com o seu desempenho no laboratório, linha de montagem ou fábrica. Inglês: Field Performance
Melhoria qualitativa de uma empresa, organização ou país, considerando-se além da melhoria de produtos, serviços e processos e o sucesso no mercado, também as transformações positivas, os métodos de gestão e as relações no trabalho. Inglês: Quality Development
Grupo de 5 a 8 funcionários que tem como objetivo identificar problemas relacionados com o trabalho, medir a freqüência desses problemas, seu impacto no cliente e na organização, seus custos e recomendar ações corretivas. Inglês: Quality Team
Conjunto de ações sistematizadas necessárias e suficientes para prover confiança de que um produto ou serviço irá satisfazer os requisitos definidos da qualidade que, por sua vez, devem refletir as necessidades e as expectativas implícitas e explícitas do cliente. Inglês: Quality Assurance
Pessoa com competência, responsabilidade e autoridade necessária para proteger, desenvolver, implementar e estabelecer um sistema da qualidade e/ou para gerenciá-lo e fazê-lo operar de forma, no mínimo, satisfatória. Inglês: Quality Manager
Totalidade das funções envolvidas na determinação e obtenção da qualidade. Inglês: Quality Management
Processo sistemático de melhoria da satisfação de clientes externos e internos, por meio do uso de gerenciamento e cultura que incorporem princípios de melhoria contínua da qualidade por toda a organização, baseado no envolvimento de todos os seus membros e visando ao sucesso e benefício de longo prazo de todos os membros da organização e da sociedade. Inglês: Total Quality Management
Processo por meio do qual são tomadas decisões de aceiar um risco ou perigo potencial conhecido ou de eliminá-lo ou reduzi-lo. Inglês: Risk Management
Processo que transforma o conjunto de planos, programas e estratégias de qualidade em ações, de forma a atingir os objetivos e metas da qualidade. Inglês: Quality Implementation
Criada em 1946 por 25 países, entre desenvolvidos e em desenvolvimento - inclusive o Brasil - e sediada em Genebra, na Suíça, a ISO destina-se a criar normas técnicas para compatibilizar os interesses entre clientes e fornecedores e subsidiar contratos comerciais. Inglês: Iso (International OrganizationFor Standardization)
Esforço contínuo de melhoria da qualidade, sustentado no decorrer do tempo, que age sobre os processos, produtos e serviços, em ermos humanos e tecnológicos, com o objetivo de garantir que o nível de qualidade seja sempre mais alo do que o custo competitivo. Inglês: Quality Continual Improvement
Processo de acompanhamento de resultados de um negócio ou do desempenho de um produto ou serviço entregue a um cliente. Inglês: Monitoring
Conjunto de parâmetros e requisitos que caracterizam a seletividade a ser aplicada ao sistema da qualidade de produtos e serviços, em função do estágio de desenvolvimento da tecnologia e da complexidade do projeto, da complexidade do processo de produção, das características do produto ou serviço, dos aspectos de segurança e economicidade. Inglês: Quality Level
Ponto de referência ou critério-padrão ao qual um sistema, processo, produto ou serviço deve corresponder. Inglês: Standard
Norma adotada por um organismo internacional de normalização. Inglês: International Standard
Processo de estabelecer e aplicar regras para abordar ordenadamente uma atividade específica para o benefício e com a participação de todos os interessado e, em particular, para promover a otimização da economia, levando em consideração as condições funcionais e as exigências de segurança e meio ambiente. Inglês: Standardization
Conjunto de atividades que visam determinar as necessidades e expectativas do cliente e desenvolver produtos, serviços e processos para suprir essas necessidades e expectativas. Inglês: Quality Planning
Processo que envolve a identificação, classificação e medição das características da qualidade de um produto ou servço, estabelecimento de objetivos, requisitos e restrições que afetam a qualidade e análise e tomada de decisões, de forma a conjuminar os interesses e as necessidades dos clientes com os interesses e capacitação da empresa. Inglês: Product Planning
Processo de desenvolvimento e manutenção de um ajuste estratégico entre objetivos e metas da qualidade, as capacitações da organização e as diversas oportunidades de mercado, considerando as necessidades e expectativas dos clientes e o estágio dos concorrentes. Inglês: Strategic Planning
Documento que relaciona e descreve as metodologias da qualidade, os recursos necessários e a seqüência de atividades relevantes para um determinado projeto, contrato, processo, material, item, produto ou serviço. Inglês: Quality Plan
Totalidade de requisitos e características de um produto ou serviço que estabelece a sua capacidade de satisfazer determinadas necessidades. Inglês: Quality
Conjunto de documentos ou informações registradas, por qualquer meio, tais como relatórios de auditoria, certificados de análise, atas do conselho da qualidade, relatórios de equipes da qualidade, coleta de dados resultantes de inspeção ou análise de discrepâncias, análise crítica de dados, etc., que são elaborados, atualizados e conservados com o objetivo de demonstrar que a qualidade requerida é obtida e que o sistema da qualidade funciona eficazmente, pois em grande parte a rastreabilidade do produto ou seriço depende essencialmente desta condição. Inglês: Quality Record
Estrutura organizacional, procedimentos, responsa-bilidades, processos, atividades e recursos para implementação da gestão da qualidade e atingimento de objetivos da qualidade - garantia de que projetos, processos, produtos e serviços irão satisfazer as necessidades e as expectativas explícitas e implícitas dos clientes, em consonância com a missão, os objetivos e as metas da organização. Inglês: Quality System
Método de organização e exposição de planejamento para solução de problemas da qualidade, atas de reuniões e da evolução dos trabalho de equipes da qualidade.
Técnica utilizada por grupos de trabalho ou equipes da qualidade para encorajar a geração, esclarecimento e avaliação de uma lista de idéias, problemas ou tópicos, de forma criativa e rápida, a respeito de um determinado assunto. Inglês: Brainstorming
Uma das unidades individuais na qual uma batelada, lote ou população é dividida, ou considerada ser dividida, com o porpósito de inspeção por amostragem. Inglês: Sampling Unit
Unidade de produto ou serviço que contém pelo menos um atributo ou característica variante, podendo também apresentar outras variantes. Inglês: Variable Unit
Grupo de populações de itens ou materiais sob observação. Inglês: Universe
Declaração formal, emitida por autoridades designadas, sobre a condição de exatidão e de adequação ao uso de um equipamento de medição, sendo válida para o período intercalibração atualizado e desde que o equipamento seja operado e mantido dentro das condições especificadas. Inglês: Validation
Declaração formal, emitida por autoridades designadas, sobre a condição de exatidão e de adequação ao uso de um equipamento de medição, sendo válida para o período intercalibração atualizado e desde que o equipamento seja operado e mantido dentro das condições especificadas. Inglês: Validation
Vantagem sobre os concorrentes, obtida pela oferta de produtos e/ou serviços de maior valor, maior qualidade, maiores benefícios aos clientes. Inglês: Competitive Advantage